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Traduzido pelo editor

O guitarrista do JUDAS PRIEST, K.K. Downing, concedeu uma entrevista para Robert Gray, como parte de uma nova série do site Ultimate-guitar.com, chamada “Hit The Lights”.

Como é estar em turnê ao lado do Megadeth e TESTAMENT?

Downing: "Nós detonamos com essa mesma formação em 1991, durante a turnê do 'Painkiller' na América do Norte, então chega a parecer déjà vu de certa forma".

Muita coisa mudou desde 1991?

Downing: "Sim eu acho. Poderíamos dizer que entre 1990-1991 houve um auge no metal, de certa forma? Naquele tempo, um ponto estratégico no metal emergiu, onde houve uma mudança em relação ao que era nos anos setenta e oitenta. Os anos noventa trouxeram uma situação onde o metal se tornou um pouco mais pesado, mais rápido, e com um pouco mais de atitude. Então, as coisas têm de se desenvolver, e a música tem de se mexer. Foi um instante importante para nós, muito provavelmente. Naquele momento em particular, Rob (Halford, vocal) havia deixado o JUDAS PRIEST. Pareceu causar uma mudança, e as pessoas pensaram 'Bem, as coisas passam, tudo passa. Agora o Priest se foi'. O 'Painkiller' (1990), que gravamos naquela época também - aquele álbum foi considerado como não sendo o Priest que os fãs conheciam e amavam. Os fãs esperavam um 'British Steel' (1980) ou algo nos moldes de 'Sin After Sin' (1977), e trabalhos dessa natureza. Parecia que se criava um precedente, e nós não apenas entramos em turnê ao lado do Megadeth e TESTAMENT nos Estados Unidos, mas também excursionamos com o PANTERA e o ANNIHILATOR na Europa. Esses grupos têm, como eu disse, uma postura mais crua e pesada, como o PANTERA. Com o Priest gravando o 'Painkiller', e a emergência de grupos como o PANTERA, parecia basicamente que se catapultava uma nova onda do metal".

Há pouco tempo atrás, foi noticiado que o Judas Priest está perto de ter uma biografia oficial escrita. Você pode nos dar uma informação a mais sobre o assunto?

Downing: "Na verdade, eu não posso. Nós entramos em contato com um escritor, e pensamos que a idéia iria pra frente, mas tudo mudou. Nós estamos pensando nisso, e nós gostaríamos muito de lançar uma biografia oficial. Será uma tarefa mais difícil, dado o fato que algum bom material já foi lançado de modo não oficial".

Há algum material não oficial específico ao qual você está se referindo?

Downing: "Eu olho as imagens, para se honesto. Eu não leio realmente as palavras. No fim do dia, fotografias são importantes. Às vezes, é um pouco assustador quando você abre um livro como o do Martin Popoff (editor chefe da BW&BK, que lançou o livro Heavy Metal Painkillers em 2007), e você vê fotos que nunca viu antes".

Algum contrato foi assinado com um editor?

Downing: "Não, até o momento, não. Alguns escritores muito bons chegaram a nós e disseram que queriam muito mesmo escrever nossa biografia oficial. É só questão de escolher. Nós certamente decidimos que queremos lançar uma biografia oficial, e chegamos a escolher um escritor. Porém, aquilo não funcionou muito bem".

Leia a entrevista completa (em inglês) neste link.


Traduzido de Brave Words & Bloody Knuckles

Notícia também publicada no Whiplash.net


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